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AMOR, a verdadeira Pedra Filosofal

Diego Franzen
Escrito por Diego Franzen

Já dizia Lavoisier: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Nosso planeta terra é um organismo vivo. Parte integrante de um todo. Somos o terceiro planeta a partir do Sol, uma estrela de quinta grandeza, que fica no subúrbio da Via Láctea, uma das bilhões de Galáxias existentes no Universo. Isso nos faz refletir sobre a ação do homem, que diante de toda essa grandiosamente Infinita, o Homo Sapiens faz questão de se julgar o centro do Universo e com ações predatórias e egoístas, transformamos da raça humana na única espécie no planeta Terra capaz de destruir seu habitat natural.

Mas neste espaço hoje, em que retomo com alegria as atividades, quero falar de vida. Antigos alquimistas buscavam a “Pedra Filosofal”. Um elemento mágico capaz de transformar o metal pesado “Chumbo” em Ouro. Pois bem, como transformar o homem puro em homem ouro? Através da Pedra! Através do elemento divino nos dado pelo Grande Arquiteto do Universo, dos quais somos imagem e semelhança. Através do AMOR. Puro. Verdadeiro. Espiritual.

O conceito de Lavoisier nos mostra que o planeta buscará o equilíbrio, custe o que custar. E quando vemos grandes catástrofes, enchentes, tsunamis, terremotos, vemos que nosso Planeta está nos tratando da mesma maneira que nós o tratamos. Nossa atmosfera está cada vez mais poluída. Hoje, o ar puro é raríssimo de se encontrar. E pessoas quando vão para áreas rurais, distantes das fumaças das metrópoles, acabam até se sentindo estranhas. E assim é a vida. Nos trata como nós a tratamos e como nos tratamos.

Muitas vezes nos privamos de viver, renunciamos aquilo que amamos e queremos ante o medo e em prol de coisas efêmeras. E não cuidamos da gente. Jesus dizia: “Ame o próximo como a ti mesmo”. Não mais, não menos. Da mesma maneira. Afinal, é preciso saber amar para dar amor. “Tem que se ter ouro para fazer ouro”.

E quando renunciamos, adiamos, procrastinamos, vemos o cruel Saturno, o tempo, devorando seus filhos “obras”. Mas o que fazemos em nome do amor, ecoa.

Microcosmo e macrocosmo. Vamos cuidar da Natureza e de nós mesmos. A natureza segue seu curso, mas como na fábula de Hércules, em um de seus 12 trabalhos, muitas vezes é necessário que desviemos o curso das coisas para que tudo fique limpo. Assim como às vezes é necessário se jogar ao fogo, para conseguir despir-se da camisa envenenada. E viver o Amor Divino na plenitude, ao lado de nossa “Hebe”.

Vamos provar ao Cosmos que existe vida inteligente na Terra antes que a vida neste Planeta se extinga ao natural. E o pior, o Universo não sentirá e menor falta. Tudo é breve. Ame. Cuide. Perdoe. Viva.

Meu saudoso pai sempre dizia duas frases. “O Amor e o Perdão são a espada e o escudo do verdadeiro cavalheiro”. Outra: “Não se importe com o que os outros dizem ou sentem em relação a você. Se preocupe com o que dizes ou alimenta em relação aos outros. O que eles alimentam é deles, o que você alimenta é teu”.

Citando ainda Gonzaguinha: “Viver e não ter a vergonha de ser feliz”

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Sobre o autor

Diego Franzen

Diego Franzen

Jornalista e Escritor, nascido na cidade de Cruz Alta RS e residindo em Bento Gonçalves RS.
É autor dos livros "Tempora Hostem", um romance policial e esotérico ambientado na Serra Gaúcha e de "Lendas Urbanas de Cruz Alta", uma coletânea de fatos pitorescos ocorridos em sua cidade natal. Atualmente trabalha no romance "A Pedra Oculta", que é ambientado no Rio Grande do Sul no período da Revolução Federalista.