Se eu puder te dar um conselho…

Transborde e inunde o mundo com sua essência; transforme todos os ambientes; deixe todos inebriados com você. Marque a todos quantos forem possíveis com a marca indelével da presença única que podemos ser, e seja, portanto, um pouco de cada pessoa no seu caminho…

O mundo é o resultado dos encontros e desencontros; somos parte de tudo e todos, e tudo isso, parte de nós; sejamos então o máximo que podemos ser.

Transbordar é a única regra real. Então que seja sublime e edificante. Poderemos não ter o amanhã pra nós mesmos, mas as nossas marcas sempre encontrarão o amanhã em alguém, e esse sol esquentará para além da vida em nosso corpo.

Através dessa compreensão podemos ter um vislumbre do que é eternidade, no decorrer do nosso ciclo.

Viva, por favor, o mundo precisa demais de você…

Aproveitar a vida é um ato de amor próprio, e transbordar amor é o passo decisivo para encher o mundo com a água da vida. Frutificar em nós o melhor, alimentar o ciclo da vida e manter acesa a chama que aquece toda a humanidade.

Os computadores são instrumentos incríveis, mas não devemos tê-los como substitutos de nós mesmos no mundo. A presença é indispensável no convívio; estar presente é ser presente, e portanto, uma dádiva.

Podemos nos doar em palavras, oferecendo alento e dedicação; a distância só se impõe se assim permitimos. Pois perto ou longe podemos ser presentes, desde que possamos orientar nossa energia neste sentido.

Trabalhemos no sentido de imbuir o que transborda com o bom e o bem. Cada um sendo o sol de seu próprio universo.
Mudemos numa reação em cadeia, ecoando o melhor de nós, sendo motriz da esperança do mundo ideal, que será herança para todos que amamos.

Milton Lavor

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Sobre o autor

Milton Lavor

Milton Lavor

Acredito na força das ideias como forma de mudar o mundo. Estudante de Engenharia elétrica para potencializar as contribuições ao todo. Escritor, desenhista e pintor como resultado do que transborda. Servidor público como profissão e filosofia como paixão. Alguns detalhes escapam por falta de espaço.